Sei que esta semana desapareci, estive ocupado e ainda estou. No entanto, já entrei de férias! (agora é estudar para os exames...) Por isso, espero poder vir aqui mais vezes, pelo menos nas duas semanas que estão para vir. A minha leitura tem estado lenta, mas já estive a devorar o tempo perdido ;)
Agora, com o início de Junho, a promoção tão afamada...
Ainda não conhecem a promoção? Pois aqui está:
Agora, na compra de dois livros na nossa loja online, oferecemos-lhe um terceiro grátis. Então, do que está à espera para revolucionar as prateleiras da sua biblioteca?
O funcionamento da Promoção 2=3 é muito simples:
• Faça as suas compras normalmente;
• Quando chegar ao checkout, por cada 2 livros que tiver comprado, poderá escolher um terceiro grátis;
• Como os portes continuam a ser pagos pela editora e o desconto é sempre no mínimo de 10%... já ninguém se pode queixar que não lê porque os livros estão caros!
(Promoção válida apenas para compras superiores a 20€. Os Packs Promocionais contam apenas como 1 livro)
Este mês, os livros que poderão levar são:
A Vingança de Joana D'Arc, de María Elena Cruz Varela
A Filha de Deus, de Lewis Perdue
Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft - 2.º vol., de Fernando Ribeiro e Howard Philips Lovecraft
A Águia e os Lobos, de Simon Scarrow
Vão aproveitar? Já leram algum? A vossa opinião! =)
Fui à Feira...
... E tenho tanta coisa para contar!

(espaço LeYa)
Primeiro, tenho de começar por referir a notória diferença entre a APEL e o Espaço LeYa. Como podem ver pelas fotos (concedidas pela Canochinha - obrigado ;)), o Espaço LeYa quis mesmo marcar diferença e inovar. No entanto, eu não achei a melhor solução... Prefiro as bancas antigas. A ideia da caixa única não me impressiona e, sinceramente, nos pavilhões antigos sempre é mais fácil tirar os livros (pelo menos no Espaço LeYa não conseguiram ser tão prestáveis no que diz respeito ao auxílio de procura e na APEL foi sempre mais fácil de encontrar os livros). Pela positiva, sempre parece mais unido com os livros. Na minha opinião, o antigo continua o melhor.
Depois... =$ O que eu disse há uns postes atrás, que as coisas estavam apertadinhas... Bem, a verdade é que este ano os preços da Feira impressionaram-me, achei os descontos muito bons =O. Por isso, sai de lá com...:












Comprei o livro do Astérix a 1 €, foi sem pensar; a banca da Saída de Emergência estava com a promoção 2=3; a trilogia de Isabel Allende estava a um preço imperdível, estive quase para comprar também um livro de Eco; "O Talismã" é daqueles livros que todos diziam que não existia, e vejam lá que o comprei!; "A Mocidade de D. João V" foi-me aconselhado, sendo daquelas obras que raramente se reproduzem; "A Rapariga que Roubava Livros" era um livro que já não aguentava sem o ter!
Ah, e ainda posso dizer: tenho todos os livros do José Rodrigues dos Santos autografados!!! Trouxe-os de casa só para conseguir o autógrafo! =) Estou feliz....
Claro, sem esquecer a fartura e o gelado, ainda por cima o dia esteve soalheiro!
Este ano vi muito mais gente do que no ano passado. Será que esta crise toda provocou isso? Não sei, mas que as pessoas foram à Feira, ai isso foram!

(espaço LeYa)Primeiro, tenho de começar por referir a notória diferença entre a APEL e o Espaço LeYa. Como podem ver pelas fotos (concedidas pela Canochinha - obrigado ;)), o Espaço LeYa quis mesmo marcar diferença e inovar. No entanto, eu não achei a melhor solução... Prefiro as bancas antigas. A ideia da caixa única não me impressiona e, sinceramente, nos pavilhões antigos sempre é mais fácil tirar os livros (pelo menos no Espaço LeYa não conseguiram ser tão prestáveis no que diz respeito ao auxílio de procura e na APEL foi sempre mais fácil de encontrar os livros). Pela positiva, sempre parece mais unido com os livros. Na minha opinião, o antigo continua o melhor.
Depois... =$ O que eu disse há uns postes atrás, que as coisas estavam apertadinhas... Bem, a verdade é que este ano os preços da Feira impressionaram-me, achei os descontos muito bons =O. Por isso, sai de lá com...:












Comprei o livro do Astérix a 1 €, foi sem pensar; a banca da Saída de Emergência estava com a promoção 2=3; a trilogia de Isabel Allende estava a um preço imperdível, estive quase para comprar também um livro de Eco; "O Talismã" é daqueles livros que todos diziam que não existia, e vejam lá que o comprei!; "A Mocidade de D. João V" foi-me aconselhado, sendo daquelas obras que raramente se reproduzem; "A Rapariga que Roubava Livros" era um livro que já não aguentava sem o ter!
Ah, e ainda posso dizer: tenho todos os livros do José Rodrigues dos Santos autografados!!! Trouxe-os de casa só para conseguir o autógrafo! =) Estou feliz....
Claro, sem esquecer a fartura e o gelado, ainda por cima o dia esteve soalheiro!
Este ano vi muito mais gente do que no ano passado. Será que esta crise toda provocou isso? Não sei, mas que as pessoas foram à Feira, ai isso foram!
Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas, de Robert M. Pirsig
A viagem pelas estradas a perder a vista dos Estados Unidos da América tornou-se um arquétipo, pelo menos a partir de On the Road, de Jack Kerouac e do filme Easy Rider. Neste romance ela é empreendida por um pai e o seu filho -, motards que preferem as estradas secundárias às auto-estradas, completamente expostos ao ambiente -, e transforma-se numa odisseia pessoal e filosófica e num mergulhar até às raízes da arte de viver. Ao introduzir questões filosóficas elaboradas, de uma forma que se torna deveras acessível e apelativa para o leitor comum, Pirsig cria uma filosofia prática, assente no bom senso e na intuição tanto como na racionalidade, baseada num novo valor a que chamou "qualidade". Ambiciona igualmente, por essa via, constituir uma ponte possível entre pensamento ocidental e Oriente. O cuidar atento e empenhado dispensado por este aventureiro das vastas extensões americanas à sua motocicleta é a metáfora para uma tentativa de valorizar a tecnologia no nosso mundo, onde Buda existe tão perfeitamente nos circuitos digitais de um computador como nas pétalas de uma flor. O segredo reside na atitude. Uma obra polémica que desde a sua primeira edição não deixou de inspirar milhões de pessoas em todo o mundo até hoje. _____________________________________________________________________________________
Para compreenderem como é o livro e qual é a minha opinião, aconselho a ler todo o poste (não se preocupem que haverá o mínimo de spoilers).
Em primeiro lugar, sabiam que este livro atingiu o recorde do Guinness ao ser recusado por 121 editoras?! Pois é...
Vamos por partes: este livro tem todos os ingredientes para ser a maior seca que alguma vez poderão apanhar! Só fala de filosofia (SÓ), é muito difícil de ler (é daqueles livros que nos acompanha durante imenso tempo) e é grande. Aposto que as massas olham para este livro de lado.
No entanto, depois de editado, tornou-se um best-seller... Daqueles que ocupam lugares marcantes! Porquê?
Eu comentando, gostei do livro. Aliás, foi um bom conselho e acho que valeu a pena toda a análise. Porque este é daqueles livros para ir lendo aos poucos e estudando, interpretando, nem que meia hora só dê para duas páginas. Porque é um livro que nos obriga a pensar.
Achei uma boa sugestão e foi uma óptima leitura. Primeiro, porque foi diferente: o facto de ser um livro filosófico muda um pouco os meus hábitos de leitura; fala-nos de uma viagem pelos E.U.A., pai e filho na sua motocicleta (e o que poderia acrescentar beleza a este romance mais do que uma viagem?); as personagens estão muito bem conseguidas, aliás, todo o livro está bem conseguido, mas as personagens são fulcrais para tornar o livro atraente!
Maravilhosamente, o autor conecta a filosofia com as personagens (já agora, adorei a personagem de Fedro...=X), o que torna essa busca filosófica uma espécie de thriller. Trata-se de perseguir fantasmas (cuja definição perceberão ao ler o livro), fantasmas que definem a filosofia e a nossa maneira de viver! Em vez da personagem ir de Paris a Londres, percorre os caminhos da mente e de toda a maneira de pensar, embrenhando-se em conceitos filosóficos que se tornam compreensíveis pelo leitor através das metáforas e comparações utilizadas. Aliás, o próprio título (que à primeira vista pode parecer estranho) é uma metáfora, como explica o resumo do livro.
Tornar a filosofia em algo que se torne uma cruzada, uma busca pelo verdadeiro sentido, faz-nos pensar e atrai-nos. Depois, o autor unifica a estes factos as personagens, principalmente o narrador e Fedro, revelando uma única personagem de personalidade múltipla. Esta conexão e esta dualidade numa única pessoa torna o livro interessantíssimo.
O fim... Bem, adorei o fim, porque simboliza tudo, porque é tão fácil perceber qual é a mensagem. E é muito bonito, sem dúvida, embora o preâmbulo do autor, logo nas primeiras páginas, esteja mal posicionado (uma vez que revela grande parte da conclusão e da interpretação do livro!).
Concluindo, gostei e aconselho. Não é um livro fácil de ler, não senhor, mas está muito bem conseguido e muito, muito interessante. Ensina-nos a descascar uma laranja como se estivéssemos a dirigir uma orquestra!
É daqueles desafios para o leitor que, ao chegar ao fim, sente-se diferente e sente essa viagem que empreendeu. Leiam com muita atenção, agora com as férias poderão dedicar o tempo a este livro, porque eu acho que vale muito a pena!
Uma sugestão para a Feira...
Ok, enquanto que não me decido o que postar (ainda não acabei o livro e a Feira é só para o fim-de-semana), decidi deixar uma sugestão.
Atenção, se estão prestes a ir à Feira, COMPREM ESTE LIVRO!!!!

A sério, eu quase que obrigo qualquer leitor que se preze a ler este livro. Têm de ler, está fenomenal, espectacular, ultrapassou todas as minhas expectativas. É aquele livro que não me canso de aconselhar.
Assim como toda a obra de George Orwell (que tratarei de sugerir mais tarde, que este é um dos meus autores favoritos!).
Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é fantástico, e não adiem a oportunidade se por acaso o virem na Feira!
Retrata uma sociedade futura, num tempo e espaço específicos, numa vida controlada pelo "Grande Irmão", onde ninguém o podia desobedecer. E as pessoas viviam cegas e atraídas por esse "Big Brother". Até que um funcionário escava fundo de mais e descobre o passado, e apercebe-se da manipulação e de toda a patranha à sua volta.
Para quem gosta de ler, quer seja adepto de fantasia, história, romance, melodrama, policial, debate, qualquer coisa, este livro é excelente. É dos melhores livros que li até hoje e uma enorme surpresa! Aproveitem! ;)
Atenção, se estão prestes a ir à Feira, COMPREM ESTE LIVRO!!!!

A sério, eu quase que obrigo qualquer leitor que se preze a ler este livro. Têm de ler, está fenomenal, espectacular, ultrapassou todas as minhas expectativas. É aquele livro que não me canso de aconselhar.
Assim como toda a obra de George Orwell (que tratarei de sugerir mais tarde, que este é um dos meus autores favoritos!).
Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é fantástico, e não adiem a oportunidade se por acaso o virem na Feira!
Retrata uma sociedade futura, num tempo e espaço específicos, numa vida controlada pelo "Grande Irmão", onde ninguém o podia desobedecer. E as pessoas viviam cegas e atraídas por esse "Big Brother". Até que um funcionário escava fundo de mais e descobre o passado, e apercebe-se da manipulação e de toda a patranha à sua volta.
Para quem gosta de ler, quer seja adepto de fantasia, história, romance, melodrama, policial, debate, qualquer coisa, este livro é excelente. É dos melhores livros que li até hoje e uma enorme surpresa! Aproveitem! ;)
78.ª Feira do Livro de Lisboa
Finalmente, a 78.ª Feira do Livro de Lisboa abre hoje, às 15 horas, no Parque Eduardo VII!

A Feira do Livro do Porto abriu também há pouco tempo, já para não falar que este é como a "época das feiras"! É tempo de aproveitar.
Este ano não vou conseguir exagerar tanto quanto desejaria... xD O dinheiro já está contado! Agora é esperar pelo dia =D (que será, possivelmente, para o próximo fim-de-semana!). Previsões: espero comprar todos os livros de Marion Zimmer Bradley que me restam na lista, dois livros que são difíceis de encontrar e, talvez, um outro livro das Crónicas de Gelo e Fogo! A ver vamos...
A Feira do Livro irá assim decorrer entre 24 de Maio e 15 de Junho, no Parque Eduardo VII, com o seguinte horário:
Abertura:
de Segunda a Sexta-feira às 16 horas;
Sábados, Domingos e Feriados às 15 horas;
Dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança), às 10 horas.
Encerramento:
de Domingo a Quinta-feira às 23 horas;
Sextas-feiras, Sábados, véspera de Feriado e último dia de Feira às 24 horas
Boas compras! ;)

A Feira do Livro do Porto abriu também há pouco tempo, já para não falar que este é como a "época das feiras"! É tempo de aproveitar.
Este ano não vou conseguir exagerar tanto quanto desejaria... xD O dinheiro já está contado! Agora é esperar pelo dia =D (que será, possivelmente, para o próximo fim-de-semana!). Previsões: espero comprar todos os livros de Marion Zimmer Bradley que me restam na lista, dois livros que são difíceis de encontrar e, talvez, um outro livro das Crónicas de Gelo e Fogo! A ver vamos...
A Feira do Livro irá assim decorrer entre 24 de Maio e 15 de Junho, no Parque Eduardo VII, com o seguinte horário:
Abertura:
de Segunda a Sexta-feira às 16 horas;
Sábados, Domingos e Feriados às 15 horas;
Dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança), às 10 horas.
Encerramento:
de Domingo a Quinta-feira às 23 horas;
Sextas-feiras, Sábados, véspera de Feriado e último dia de Feira às 24 horas
Boas compras! ;)
Perguntas II
Olhem que bom, não sabia bem o que postar e aparece, mais uma vez, a Ana a perguntar-me:
Gostava de ler uma História de Portugal, num formato fixe, e relativamente condensada ao importante... Há sugestões?
Segundo as suas exigências, aconselhei "Inês de Portugal" de João Aguiar (e os seus outros romances históricos devem ser tão bons como esse) e os romances de Luis Rosa, que embora ainda não tenha experimentado me parecem muito bons!
Ah, e História Alegre de Portugal, que também está muito giro! =D
E vocês? Qual é a vossa opinião? Qual é o livro histórico que aconselham?
Mais uma vez, se quiserem fazer alguma pergunta enviem-na para pedro_p.c_@hotmail.com. Ou então, no vosso comentário, perguntem! Participem!
Gostava de ler uma História de Portugal, num formato fixe, e relativamente condensada ao importante... Há sugestões?
Segundo as suas exigências, aconselhei "Inês de Portugal" de João Aguiar (e os seus outros romances históricos devem ser tão bons como esse) e os romances de Luis Rosa, que embora ainda não tenha experimentado me parecem muito bons!
Ah, e História Alegre de Portugal, que também está muito giro! =D
E vocês? Qual é a vossa opinião? Qual é o livro histórico que aconselham?
Mais uma vez, se quiserem fazer alguma pergunta enviem-na para pedro_p.c_@hotmail.com. Ou então, no vosso comentário, perguntem! Participem!
Passei pela FNAC...
Ai, ai, ai, tantos livros, tantos livros... Se pudesse, se pudesse, iam logo à dúzia... =DDD Tenho de passar menos vezes por FNACs e livrarias, põem-me o coração aos pulos!
Mas passei pela FNAC porque tinha de adquirir este livro:

Infelizmente, o livro cá em casa não estava nas melhores condições, digamos assim... portanto, comprei-o para começar já a lê-lo! Aliás, espero ler até princípio de Junho, pois foi uma professora de Geografia que mo recomendou e espero conseguir trocar opiniões!
Pelas críticas, parece ser muito bom! Espero algo belo e simbólico, e como o livro aborda filosofia, espero que seja uma viagem diferente.
Uma viagem inesquecível. Time
Um livro que transformou uma geração e continua a inspirar milhões de pessoas.
Uma avaliação profunda do modo como vivemos e de como podemos viver melhor.
Mas passei pela FNAC porque tinha de adquirir este livro:

Infelizmente, o livro cá em casa não estava nas melhores condições, digamos assim... portanto, comprei-o para começar já a lê-lo! Aliás, espero ler até princípio de Junho, pois foi uma professora de Geografia que mo recomendou e espero conseguir trocar opiniões!
Pelas críticas, parece ser muito bom! Espero algo belo e simbólico, e como o livro aborda filosofia, espero que seja uma viagem diferente.
Uma viagem inesquecível. Time
Um livro que transformou uma geração e continua a inspirar milhões de pessoas.
Uma avaliação profunda do modo como vivemos e de como podemos viver melhor.
Carta a El-Rei D. Manuel, por Pêro Vaz de Caminha (e outros Textos sobre a Descoberta do Brasil)

Pêro Vaz de Caminha (Porto?, 1450? - Calecute, Índia, 1500)é o autor da carta do descobrimento do Brasil. É suposto que tenha feito várias viagens à costa africana, antes de 1500, ano em que, integrando a expedição de Pedro Álvares Cabral, como escrivão da armada, partiu para a Índia. Aí chegado, viria a morrer pouco depois, durante um combate contra guerreiros indígenas. A sua notabilidade ficou contudo a dever-se à famosa carta que, a 1 de Maio de 1500, enviou ao rei D. Manuel, descrevendo o recente "achamento" do Brasil, relato esse que construiu um dos mais valiosos documentos da "literatura de viagens".
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Adquiri este livro com a promoção do Jornal de Notícias "Grandes Autores Portugueses - Colecção 120 Anos JN". Por cada jornal recebi grátis um livro de um autor português. Aproveitei ao máximo a colecção, pois os vários autores interessavam-me e foi uma maneira de ficar a conhecer melhor outros livros.
Sendo grátis (e como o jornal é à volta de 1 €), acho que não valia a pena estar à espera de um livro ricamente decorado. A verdade é que os livros são livros de bolso com umas letrinhas que só à lupa se lêem! Não têm uma apresentação exímia, pelo contrário, mas como disse não se pode esperar muito.
Li este livro por ser pequeno e porque tinha à minha frente uns 2 dias até adquirir a minha próxima leitura. Não estou arrependido da escolha.
Já conhecia o autor desde o 5.º ano, em que fiz um trabalho sobre o mesmo e tive de ler a sua carta. Já naquela altura gostei do trabalho, mas o livro que me forneceram foi emprestado. Agora, decidi adquirir este para guardar nas minhas estantes...
É um documento histórico importantíssimo, sem dúvida, e lê-lo foi viajar no tempo para um lugar e um tempo que realmente existiu e que foi mesmo visto e contado por personagens reais. Só por isso impressiona um bocado.
Não vou dizer que é uma obra muito boa, é uma descrição de uma descoberta e que conseguiu ocupar um lugar importante na literatura. É um documento, é isso, e será uma leitura com prazer também. Eu gostei muito das descrições daquele "achamento" e do que viram na Terra de Vera Cruz. Uma espécie de mini romance histórico não muito romanceado, claro. Ainda assim, achei curioso.
Porém, o que eu mais gostei neste livro foi um outro texto (pois constam aqui, excluindo Caminha, outros três textos que mencionam o Brasil). Tratado da Terra do Brasil, de Pêro de Magalhães Gândavo, deliciou-me. Não trata da data da descoberta mas sim uma descrição, ao rei D. Henrique, dessas terras do Brasil. Uma descrição fantástica, posso dizer! Com tantas curiosidades e história que me senti mais fascinado do que ao ler a carta de Pêro Vaz de Caminha. Adorei essa descrição do Brasil, de toda a sua terra, desde fauna e flora até capitanias e povos. Fico feliz por terem editado este texto juntamente no livro, pois fez com que a leitura valesse ainda mais a pena. Uma descrição bela muito, muito interessante.
Embora me tenha esquivado da Carta de Caminha, foi mesmo porque este livro engloba outros textos. Um dos textos, por exemplo, escrito por um Piloto Anónimo, despertou-me a curiosidade pelas datas referidas não coincidirem com as de Caminha... Curios, não acham? Talvez os marinheiros não fossem tão espertos ao ponto de saber os dias?
O nível de escrita é razoavelmente bom, dá para perceber.
Portanto, não só gostei da carta de Pêro Vaz de Caminha, mas sim dos outros textos que este livro oferece (não referi a Carta de Mestre João Faras por ser pequena e pouco diz sobre o Brasil). Achei as descrições da Terra de Vera Cruz deveras interessantes. Um documento a guardar na estante.
Cândido, de Voltaire

O espírito do Iluminismo transparece com humor e ironia em Cândido, romance no qual Voltaire insinua a crítica de um mundo vivido entre as contradições do optimismo e do pessimismo, do bem e do mal. O herói da narrativa percorre diversos lugares, incluindo Portugal e o utópico Eldorado, conhecendo peripécias fantásticas e sucessivas desgraças "no melhor dos mundos possíveis". Cândido, nas suas aventuras e desventuras, a amada e não menos desafortunada Cunegundes, assim como os filósofos Pangloss e Martin, constituem personagens de uma sátira que se ergue contra o fanatismo, a intolerância, a ignorância e a injustiça.__
_____________________________________________________________________________________
Cândido ou O Optimismo é uma espécie de D. Quixote de La Mancha, mas muito mais pequeno e, diria, um pouco mais irreal.
Sim, é de facto irreal, e duvido imenso da veracidade das personagens.
Como disse, é um pouco como o D. Quixote pois acontecem tantas coisas, tantas avenças e desavenças, aventuras até mais não e desventuras tais que o livro mais parece uma cruzada confusa, cheia de peripécias e que, no meio do caminho, ficou tão desnorteada que tudo acontece. isto é uma metáfora um pouco má, pois o livro não é confuso.
Acontece, sim, muitas coisas durante a viagem de Cândido e a grande parte é tão irreal... É impossível que uma coisa daquelas pudesse acontecer!
Depois, as personagens são... Não são bem as personagens, mas sim as aventuras por que passam que as torna um bocado surreais. As personagens são, até certo ponto, muito credíveis, mas com tudo o que lhes acontece leva-nos a crer que este livro se trata mais de um conto de fadas cheio de peripécias!
É um livro muitíssimo irónico. Dos livros mais irónicos que li, irónico do princípio ao fim! Com humor, claro, com todas as peripécias por que passam é impossível não haver humor neste história, mas tão irónico que chegamos a rir.
Tudo isto para dizer: este livro pode ser um pouco demasiado aventureiro, pode ter os acontecimentos mais estranhos e mirabolantes, pode ter personagens que passam por provações simplesmente irreais, e além disso irónico; tudo para dizer que, Voltaire leva tudo aos extremos, numa tentativa de criticar fortemente as ideias da época, que foram substituídas pelas iluministas. Escusado será dizer que Voltaire, representando o Iluminismo, consegue na perfeição satirizar a situação das suas personagens e atacar as ideias que pairavam pela cabeça das pessoas.
Para quem deseja ver o livro pelo ponto crítico, é importante saber um pouco da época iluminista para, assim, reconhecer quem (ou o quê) cada personagem representa. Basta isso, pois este livro dá-nos a conhecer a faceta filosófica e ideal da altura muito bem. Gostei pela discussão do livro e pela revelação dos ideais que na época surgiram e defrontaram os antecedentes.
Para quem quer ver o livro de outra maneira, posso dizer que é uma obra cheia de aventuras, peripécias, quase fantasias que parecem completamente irreais. As personagens passam por cada situação extraordinária que nos perguntamos como conseguem... Enfim, um livro que passa por muita coisa e que nos dá a ideia de um mundo. Vários mundos, aliás, porque, como disse, é tudo levado aos extremos para comparar as várias situações e ideias, os vários mundos com o "melhor dos mundos possíveis".
O final está, para variar, levado aos extremos. O livro dá tantas e tantas voltas que já esperamos qualquer coisa que possa acontecer. As personagens já passaram por tanta coisa! Mas não deixa de ser um final à primeira vez imprevisível e estranho.
Pela parte filosófica, adorei a conclusão. O remate do autor fica a matar depois de um livro tão mirabolante. Por isso, foi uma boa leitura.
(só espero que esta versão seja de texto integral. É que não suporto muito textos não integrais, tenho a mania de não querer nada adaptado! Mas acabei por me convencer que esta versão é integral)
Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

Publicado em 1932, Admirável Mundo Novo tornar-se-ia um dos mais extraordinários sucessos literários europeus das décadas seguintes. O livro descreve uma sociedade futura em que as pessoas seriam condicionadas em termos genéticos e psicológicos, a fim de se conformarem com as regras sociais dominantes. Tal sociedade dividir-se-ia em castas e desconheceria os conceitos de família e de moral. : : Contudo, esse mundo quase irrespirável não deixa de gerar os seus anticorpos. Bernard Marx, o protagonista, sente-se descontente com ele, em parte por ser fisicamente diferente dos restantes membros da sua casta. Então, numa espécie de reserva histórica em que algumas pessoas continuam a viver de acordo com valores e regras do passado, Bernard encontra um jovem que irá apresentar à sociedade asséptica do seu tempo, como um exemplo de outra forma de ser e de viver. Sem imaginar sequer os problemas e os conflitos que essa decisão provocará. : : Admirável Mundo Novo é um aviso, um apelo à consciência dos homens. É uma denúncia do perigo que ameaça a humanidade, se a tempo não fechar os ouvidos ao canto da sereia de uma falsa noção de progresso.
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Desde que li 1984 que livros como estes me fascinam. porque falam de sociedades quase utópicas, futuristas.
Não posso dizer que este livro foi excepção. Aliás, este bem pode ter sido um dos primeiros (se não o primeiro) livros a falar sobre sociedades como este Admirável Mundo Novo!
O tipo de sociedade: não existem mães ou pais (que coisa obscena!), mas sim bebés-proveta, centenas de gémeos formados a partir de um óvulo, todo o nascimento controlado no laboratório; antes mesmo de nascerem as pessoas são formatadas para o resto da vida; toda a população está dividida em castas (Alfas, Epsilons, Deltas, Gamas, etc.); não existem sentimentos (eles não sabem o que são); a felicidade é tudo, é uma sociedade tão perfeita que ninguém tem de esperar para obter o que quer (daí não há ânsia, daí não nascem os sentimentos, simplesmente vivem felizes); desde bebés que ouvem as mesmas frases, para em adultos dizerem sempre a mesma coisa, acreditando seriamente na sociedade tão utópica; não existe monogamia, quanto mais mulheres/homens as pessoas namorarem durante a semana melhor! Os transportes mais utilizados são os helicópteros.
Bem, esta sociedade pode parecer até feliz, mas a verdade é que é demasiado desenvolvida. Tudo o que é antigo vai para o lixo, não existe religião (por acaso, existe uma adoração ao Nosso Ford, mas só); bíblias e Shakespeares são os textos mais profanos; como se nunca tivesse havido História. Todo o mundo é governado por um Governo e apenas uma dúzia de Administradores Mundiais controlam.
Ler a descrição desta sociedade é impressionante. Aliás, creio que é bem possível que esta sociedade venha a acontecer: enquanto lêem o livro, vocês vão achar o mesmo! Aliás, já existem os bebés-provetas (fertilização in-vitro, embora não tão desenvolvida...). Uma sociedade que nos vai fascinar pela veracidade.
Depois, este livro baseia-se muito na teoria do "Bom Selvagem", de Rousseau: temos a civilização e o Selvagem, surgindo daí um conflito entre os dois. Na minha opinião, o próprio Selvagem já é formatado para muitas coisas....
Adiante, esse é o grande tema do livro, o apelo à consciência dos homens para a falsa noção de progresso e o conflito entre o Selvagem e o Civilizado.
Gostei muito do livro. Aconselho para quem gosta do género de ficção. poderíamos obter uma grande análise no estudo da obra.
Engraçado que não é muito fácil achar personagens más ou boas, porque trata-se de sociedades com as suas virtudes e defeitos, e todas as personagens parecem ter a sua razão de ser. Curiosamente, o protagonista foi a personagem que menos gostei, a personagem mais egoísta ao longo do livro.
Convém dizer que não é um livro fácil de ler. Não é, o autor utiliza muitas expressões (mas que, felizmente, o tradutor teve a modéstia de explicar) e é muito frequente o autor mudar de situação e diálogo de um momento para o outro. Neste ponto, convém estar atento para não perdermos o fio condutor e seguir a narração.
Porém, aconselho. Porque fascina tal sociedade, porque achei a conclusão interessante (a palavra ideal), porque é um clássico que merece um lugar nas estantes. Um bom livro, para mim.
Rutka
Lembram-se do Diário de Anne Frank? Aquele livro que emocionou o mundo inteiro com o relato na primeira pessoa de uma rapariga judia que sofreu com o Holocausto, escondida dos nazis e descrevendo os problemas familiares e políticos daquele tempo.
Bem, agora já não é a única. Foi lançado um novo diário, desta vez de uma rapariga chamada Rutka e que morreu aos 14 anos em Auschwitz. Era uma judia polaca que, no seu diário, retrata o seu quotidiano e a vida no gueto para onde a família foi obrigada a morar. O diário esteve na posse de uma amiga que o escondeu por mais de 60 anos. Mais um testemunho tocante sobre a barbaridade nazi, contada por esta "Anne Frank polaca".

Bem, pelos vistos há historiadores a negar que alguma vez houve o Holocausto! Será que este livro é editado para lembrar as pessoas de que realmente existiu?
Ou será que a história de um diário durante a Segunda Guerra Mundial está a tornar-se um cliché e publicá-la é uma maneira de ganhar dinheiro? Veremos em breve uma centena de diários a serem publicados? A extraordinária história de Anne Frank passará a uma história no meio de tantas sobre o Holocausto, tornando-se assim um tema best-seller como "O Código Da Vinci"? Conclusão, será este livro uma maneira de ir buscar dinheiro?
Bem, acho que deu para perceber a minha opinião... Mas não deixarei de pegar no livro quando me cruzar com ele.
Bem, agora já não é a única. Foi lançado um novo diário, desta vez de uma rapariga chamada Rutka e que morreu aos 14 anos em Auschwitz. Era uma judia polaca que, no seu diário, retrata o seu quotidiano e a vida no gueto para onde a família foi obrigada a morar. O diário esteve na posse de uma amiga que o escondeu por mais de 60 anos. Mais um testemunho tocante sobre a barbaridade nazi, contada por esta "Anne Frank polaca".

Bem, pelos vistos há historiadores a negar que alguma vez houve o Holocausto! Será que este livro é editado para lembrar as pessoas de que realmente existiu?
Ou será que a história de um diário durante a Segunda Guerra Mundial está a tornar-se um cliché e publicá-la é uma maneira de ganhar dinheiro? Veremos em breve uma centena de diários a serem publicados? A extraordinária história de Anne Frank passará a uma história no meio de tantas sobre o Holocausto, tornando-se assim um tema best-seller como "O Código Da Vinci"? Conclusão, será este livro uma maneira de ir buscar dinheiro?
Bem, acho que deu para perceber a minha opinião... Mas não deixarei de pegar no livro quando me cruzar com ele.
O Rapaz do Rio, de Tim Bowler

Depois daquele Verão, Jess tornou-se uma pessoa diferente. Não só porque perdera o avô com quem tinha um entendimento tão especial que ficava para além de tudo o que as palavras pudessem dizer. Talvez por isso Jess amasse tanto a água, esse elemento líquido com que ela se identificava, que ela cortava e moldava com o esplêndido corpo de nadadora, como se só assim pudesse exprimir-se verdadeiramente. Talvez por isso, o avô, que sempre vivera para a pintura, precisamente agora que a sua vida chegara ao fim, sentia aquela extrema urgência de terminar o último quadro, "O Rapaz do Rio", e de voltar para a terra que o vira nascer e onde havia um rio igual ao do quadro. Mas onde estava o rapaz? Jess não conseguia compreender, contudo sentia o apelo, que era o mesmo no quadro e na realidade, ali mesmo ao lado da casa de férias por onde corriam as águas. Te-lo-á Jess descoberto alguma vez? E como irá ela superar a perda daquele avô tão querido? Como irá descobrir-se a si própria, ela, a nadadora que o rio desafiava com a ambiguidade fugidia dos sonhos?
"O Rapaz do Rio" foi agraciado com o prémio Carnegie Medal em 1998.
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Já tinha este livro na minha lista há imenso tempo. Até que chegou uma altura e risquei-o. Logo depois, pego nele e compro-o.
Pois, enfim, era um dos poucos livros que me interessavam naquela feira, portanto foi!
Sinceramente, nunca soube muito bem o que esperar do livro. Ou melhor, tinha as minhas expectativas, mas não sabia nada sobre o livro e nem lendo o resumo consegui chegar a algum lado.
Comecei a ler e depressa me apercebi do tipo de livro. Em primeiro lugar, a acção é pouca e a descrição predomina. Já estava à espera disso, e estava à espera que essa descrição fosse bela e simples, bela sobretudo. Tudo bem, até é boa, mas a verdade é que não é tão bela como o que esperava. A princípio.
Depois, é um livro à partida entre o melancólico, o angustioso e o nostálgico. Não encontrei aquela vida que pensava que tinha, a princípio. As personagens são o centro da história, e são elas que a fazem: tudo tem a ver com a busca de algo, com a realização e com a aceitação de certas coisas, como a morte. A neta teme a morte do avô e procura uma resposta com o rio; o avô, antes da sua hora final, quer sentir-se realizado e completar o quadro misterioso d’”O Rapaz do Rio”, o qual apoquenta todos na casa; o rapaz do rio, essa personagem misteriosa que não aparece no quadro mas aparece nadando no rio ao lado da casa.
Uma espécie de puzzle de personagens e sentimentos, e a aceitação da morte é um tema predominante. Ao longo do livro, as personagens vão explorando os seus receios, dúvidas e esperanças.
Portanto, um livro um bocado para o parado. Porque trata-se, a princípio, de uma busca das personagens, da aceitação da morte e do mistério do rapaz do rio, que corre com as águas. E isso não incomoda o leitor, faz-nos pensar também.
O livro acaba por ser, também, um pouco como o rio: vamos nadando e sendo arrastados pela corrente.
Até um pouco mais de metade do livro, a história estava interessante mas não empolgante, simplesmente normal.
Depois, do nada, surgiu-me uma vontade imensa de acabar o livro e descobrir todos os segredos. Foi mesmo assim, do nada! De repente, esse rio de letras ganhou força e tudo passou a ser empolgante, o mistério passou a ser fascinante! Acabou por ser um livro muito bonito. O final, embora não fosse imprevisível, foi muito belo e conseguiu surpreender. O balanço é bom.
Este é daqueles livros em que cada objecto, cada paisagem, cada acção significa algo: o rio, o rapaz, a nascente e a foz, a cascata, a casa, a rapariga, o avô, a morte... Enfim, uma série de coisas. Daqueles livros que a princípio podem parecer parados mas à medida que vamos descobrindo a simbologia de cada coisa, passa a ser emocionante e, por fim, belo.
No fundo, aconselho. Só não achei tão bom como esperava porque só mesmo depois de passar metade das páginas é que senti a beleza das palavras. Sem querer tirar valor ao livro. Como disse, aconselho, aproveitem se o virem por acaso numa feira ou coisa do género...
Perguntas I
Decidi criar este espaço.
Uma coisita que tenha a ver com livros e que seja deste blog, genuíno "indirecto" (pois deverá haver quem já se tenha lembrado...).
Bem, o esquema é o seguinte: se têm alguma dúvida quanto a um autor, um livro ou qualquer outra coisa a ver com literatura (sim, convém que seja literatura...) basta enviarem a pergunta e eu postarei neste espaço, para que todos a possam ver e responder! Só mesmo para tornar o blog numa "comunidade literária" mais chegada.
Para isso, forneço o meu mail: pedro_p.c_@hotmail.com. Enviem as vossas perguntas e participem no blog, é isso!
Ora, no poste em que falei da promoção da editora saída de Emergência, a Ana deixou uma pergunta com a qual me inspirei para este espaço:
Já alguém leu alguma coisa de Douglas Preston?
Agradeço a participação! =)
Uma coisita que tenha a ver com livros e que seja deste blog, genuíno "indirecto" (pois deverá haver quem já se tenha lembrado...).
Bem, o esquema é o seguinte: se têm alguma dúvida quanto a um autor, um livro ou qualquer outra coisa a ver com literatura (sim, convém que seja literatura...) basta enviarem a pergunta e eu postarei neste espaço, para que todos a possam ver e responder! Só mesmo para tornar o blog numa "comunidade literária" mais chegada.
Para isso, forneço o meu mail: pedro_p.c_@hotmail.com. Enviem as vossas perguntas e participem no blog, é isso!
Ora, no poste em que falei da promoção da editora saída de Emergência, a Ana deixou uma pergunta com a qual me inspirei para este espaço:
Já alguém leu alguma coisa de Douglas Preston?
Agradeço a participação! =)
Promoção 2=3 deste mês

Ainda não conhecem a promoção?
Bem, desde o início do blogue que faço uma campanha por esta promoção.
Então, no site da editora Saída de Emergência, podemos emcontrar uma promoção muito atractiva: Promoção 2=3. Tal como o nome indica, compram 2 livros e têm o direito a receber um outro! O terceiro livro será um entre os 4 que a editora disponibiliza.
A editora é que paga os portes! poranto, só temos de nos preocupar em comprar dois livros (cujo total seja superior a 20€), escolher o 3.º da lista que a editora oferece e receber em casa, novinhos em folha! Como os livros já têm 10% de desconto, uma oportunidade para acabar com as lamúrias dos livros caros!
Este mês, a lista dos livros que poderá levar grátis (só um deles!) é (e esta é mesmo a deste mês):
- O Autenticador, de William M. Valtos;
- O Último Capítulo, de Edmund Power;
- A Justiça de Aristóteles, de Margaret Doody;
- A Cor do Céu, de James Runcie.
Todos os livros me parecem muito bons! Este mês demoraram a mudar a lista, e portanto este poste está actualizado ;)
De qualquer maneira, as mesmas perguntas de sempre: já os leram, querem adquiri-los, comentem!
O Quidditch Através dos Tempos, de Kennilworthy Whisp

Se alguma vez perguntaste a ti próprio de onde veio a Snith Dourada, como é que surgiram as Bludgers ou por que razão os Wingtown Wanderers têm a imagem de cutelos estampada no seu traje, deves ler O Quidditch Através dos Tempos. Esta edição limitada é uma reprodução do exemplar que se encontra na Biblioteca da Escola de Hogwarts, onde é quase diariamente consultado pelos jovens adeptos do Quidditch.
Os lucros obtidos com a venda deste livro reverterão a favor do Movimento Comic Relief, que utilizará o teu dinheiro para continuar a implementar acções que permitirão ajudar os mais necessitados e a salvar muitas vidas - acções essas que são ainda mais importantes e admiráveis que o tempo de três segundos e meio que Roderick Plumpton levou a apanhar a Snitch Dourada em 1921.
Albus Dumbledore
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Deliciosas 56 páginas.
Um livro pequeno mas muito engraçado. Dá para rir e aprender. Um óptimo anexo ao mundo de Harry Potter e a este jogo tão falado.
Um livro que fala do Quidditch por todos os sentidos, desde a sua criação até hoje. Desde regras, história, equipas, acontecimentos, podemos ler de tudo. E cada vez que lemos, leva-nos mesmo a acreditar que o Quidditch existe no nosso mundo! Como se estivéssemos a ler um livro sobre futebol! Está muito engraçado, dá para rir um bocado ao longo das páginas interessantes. Gostei imenso, nada nos faz crer que este mundo seja fantasia. Num tom de ensino, ironia e curiosidade, vamos mergulhando num pequeno livro delicioso, cheio de fantasia e verosimilidade!
O design do livro está espectacular, mais um elemento que nos faz crer que nada daquele livro é inventado, todo ele parece mágico. Óptimo.
Para quem gosta do mundo de Harry Potter, este é decididamente um livro a ter na prateleira. Tão agradável de ler e tão instrutivo que nos vai fazer pegar na vassoura lá de casa e atirármo-nos pela janela!
Os Pilares da Terra - Volume II, de Ken Follett

Publicado pela primeira vez em 1989, "Os Pilares da Terra" surpreendeu o universo editorial ao tornar-se gradual mas inabalavelmente um clássico da ficção histórica, que continua a maravilhar leitores de todo o mundo e que a Presença lança agroa em dois volumes. Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral, dotada de uma beleza sublime, digna de tocar os céus. E é na persecução desse sonho que com ele e a sua família vamos encontrando um colorido mosaico de personagens que se cruzam ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes, capazes de alterar o curso da história - Ellen, uma mulher enigmática que vive à margem da sociedade e cujo passa do esconde um segredo; Philip, prior da cidade de Kingsbridge e que vai supervisionar a construção da catedral; Aliena e Richard, ricos herdeiros destituídos das suas terras e títulos; William, o cavaleiro sem escrúpulos; e Waleran, o bispo disposto a tudo para obter o que pretende. À medida que assistimos à edificação de uma obra única envolvendo suspense, corrupção, ambição e romance, a atmosfera autêntica do quotidiano da Europa medieval em toda a sua grandeza abrsorve-nos irremediavelmente, ousando desafiar os limites da nossa imaginação. Recriação magistral de um tempo de conspirações, delicados equilíbrios de poder e violência. "Os Pilares da Terra" é decididamente a obra-prima de um autor que já vendeu 90 milhões de livros em todo o mundo.
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Excelente. É dos meus livros favoritos.
Continua tão empolgante e cativante como o primeiro, e não descansei enquanto não cheguei ao fim. Não que fosse muito imprevisível, mas conseguiu surpreender-me.
Mais uma vez, seguimos o fio condutor da cosntrução da catedral de Kingsbridge. A esta vão-se ligar, directa ou indirectamente, uma série de personagens que absorvemos. Tal como no primeiro volume (embora o livro, originalmente, não seja dividido) continuamos a ter aquelas emoções quanto às personagens, continuamos delirados por ver a história à nossa frente e queremos fazer parte de tudo, queremos mudar o curso das coisas e tornarmo-nos nós próprias personagens. Delirante.
É extraordinário como as personagens amadurecem. Se voltarmos ao início, parece que faz parte de uma outra vida, e apercebemo-nos o quanto as personagens crescem. Espectacular.
O livro concentra-se também noutras histórias, e os mesmos temas voltam à baila: ambição por poder, conspirações, violência e romance. Juro, cada vez que lia apetecia-me chorar por instantes... =)
É um livro grande mas que se lê muito bem. Tem uma descrição muito mais rica e muitos mais acontecimentos se desenrolam ao longo da história, os quais mudam constantemente o destino. E um certo suspense se mantém até ao fim, para finalmente suspirarmos de saudade, por o livro ter chegado ao fim. Apetece ficar nesta história para sempre!
Uma boa reconstituição histórica, na minha opinião. Só encontrei uma falha: naquela altura não havia a Espanha unificada, e o autor menciona-a. Mas não fez qualquer diferença.
Agora, tenho de culpar não o autor mas a própria editora! Muitas vezes, do princípio ao fim, vi palavras com uma letra a menos ou a mais: "perdeiro" em vez de pedreiro, "desiluão" em vez de desilusão, e estes são apenas alguns exemplos. Deviam fazer uma revisão quanto à impressão.
Mas o livro é fenomenal. Tive pena de chegar ao fim, mas foi uma experiência incrível. Embrenharmo-nos naquela teia de segredos, passado com o presente, personagens, conspirações, ambições e amores, este livro é, de facto, uma obra monumental!
Ensaio sobre a Cegueira vai para o cinema!
O livro de José Saramago, "Ensaio sobre a Cegueira", vai para o grande ecrã! Tenho este livro na lista e garanto que vou adquiri-lo brevemente... Para aqueles que gostaram do livro (e sei que há quem o tenha como favorito) talvez esta venha a ser uma boa notícia. Mas será que conseguiram transmitir o livro no filme?
O autor já tem o livro "A Jangada de Pedra" em filme, realizado por George Sluizer, e o realizador deste novo filme é Fernando Meirelles. O que parece, à partida, bom neste filme é que tem actores como Julianne Moore, Mark Ruffalo, Sandra Oh, Danny Glover, entre outros.
O resumo: A mulher de um médico passa a ser a única pessoa capaz de ver numa cidade onde toda a gente é atacada por um misterioso caso de cegueira repentina. Ela finge-se doente para tomar conta do marido enquanto que a comunidade à sua volta atinge o caos e a desordem.
Aqui fica o trailer e a sugestão (ainda não sei para quando)!
O autor já tem o livro "A Jangada de Pedra" em filme, realizado por George Sluizer, e o realizador deste novo filme é Fernando Meirelles. O que parece, à partida, bom neste filme é que tem actores como Julianne Moore, Mark Ruffalo, Sandra Oh, Danny Glover, entre outros.
O resumo: A mulher de um médico passa a ser a única pessoa capaz de ver numa cidade onde toda a gente é atacada por um misterioso caso de cegueira repentina. Ela finge-se doente para tomar conta do marido enquanto que a comunidade à sua volta atinge o caos e a desordem.
Aqui fica o trailer e a sugestão (ainda não sei para quando)!
Os Pilares da Terra - Volume I, de Ken Follett

Publicado pela primeira vez em 1989, "Os Pilares da Terra" surpreendeu o universo editorial ao tornar-se gradual mas inabalavelmente um clássico da ficção histórica, que continua a maravilhar leitores de todo o mundo décadas depois e que a Presença lança agroa em dois volumes. Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral, dotada de uma beleza sublime, digna de tocar os céus. E é na persecução desse sonho que com ele e a sua família vamos encontrando um colorido mosaico de personagens que se cruzam ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes, capazes de alterar o curso da história - Ellen, uma mulher enigmática que vive à margem da sociedade e cujo passa do esconde um segredo; Philip, prior da cidade de Kingsbridge e que vai supervisionar a construção da catedral; Aliena e Richard, ricos herdeiros destituídos das suas terras e títulos; William, o cavaleiro sem escrúpulos; e Waleran, o bispo disposto a tudo para obter o que pretende. À medida que assistimos à edificação de uma obra única envolvendo suspense, corrupção, ambição e romance, a atmosfera autêntica do quotidiano da Europa medieval em toda a sua grandeza abrsorve-nos irremediavelmente, ousando desafiar os limites da nossa imaginação. Recriação magistral de um tempo de conspirações, delicados equilíbrios de poder e violência. "Os Pilares da Terra" é decididamente a obra-prima de um autor que já vendeu 90 milhões de livros em todo o mundo.
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Confesso que ia com as expectativas baixas, achava que o livro seria maçudo e demasiado descritivo. Pois olhem, não achei isso e o livro tornou-se um dos meus favoritos! Adorei!!!
Um romance histórico que me fez delirar. Foi óptimo pois fez-me sentir emoções em relação às personagens, sejam elas de ódio ou alegria. Delirei, é mesmo o verbo correcto, pois cada vez que lia apetecia-me ler mais e mais, e cada vez que lia só queria entrar na história e conseguir mudar o seu curso, dar um murro numa personagem ou abraçá-la. Se achei o livro mesmo bom foi mesmo por essa conexão com as personagens da história. E o meu coração batia só para saber o que ia acontecer, se tudo iria acabar ou mal, e bolas agora ainda tenho de ler o segundo volume, que embora seja maior vai ser, de certeza, lido num fôlego!
Além disso, o romance cria uma trama de personagens e segredos que nos fascina. Os acontecimentos desenrolam-se aos nossos olhos e apetece-nos participar neles! A maneira como as diferentes personagens se interligam está, na minha opinião, bem conseguida. A corrupção e ambição por poder, o romance e os desejos, tudo me fez ficar agarrado ao livro até à última página.
Depois, é uma boa reconstituição histórica, e deu-me a conhecer algumas curiosidades. Está empolgante. Mesmo que custe ler as primeiras palavras (o tamanho pode assustar), basta a primeira frase para parar apenas no fim!
Acho que é escusado dizer que não concordei com a divisão do livro na edição da Presença. É verdade que, originalmente, é um livro de quase 1000 páginas, mas dividi-lo foi só mesmo para ganhar dinheiro. Por isso, comprem logo os dois volumes, pois não vão querer parar!
Extraordinário como nos sentimos tão ligados às personagens e à história. Para mim, é brilhante. Até é fácil de ler, não obstante o seu tamanho. E como é empolgante, ainda mais rápido é... Não tem uma descrição muito pormenorizada, e até agora parece acessível. Um dos meus preferidos, basta dizer.
Estou ansioso pelo segundo volume e espero uma continuação fantástica, tão empolgante e delirante como este primeiro livro.
Dia Mundial do Livro
Muito rapidinho, pois este poste é só mesmo para celebrar o dia (23 de Abril, Dia Mundial do Livro).
QUAL É O VOSSO LIVRO PREFERIDO? OU QUAIS SÃO?
Eu tenho muitos...
Obras de Tolkien
Obras de George Orwell
Trilogia Sevenwaters, de Juliet Marillier
Harry Potter, de J. K. Rowling
O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos
Esteiros, de Soeiro Pereira Gomes
Jonathan Strange e o Sr. Norrell, de Susanna Clarke
Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Os 5 Moklins, de Bruno Matos,
Obras de Júlio Verne
Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis
O Primo Basílio, de Eça de Queirós
Obras de Almeida Garrett
O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry
Eu sei, são muitos... Mas eu gosto mesmo assim, não tenho um livro em específico... =$
Espero que comentem rápido, pois só depois de ver todos os vossos livros é que posso postar a minha opinião sobre o primeiro volume dos Pilares da Terra ;)
QUAL É O VOSSO LIVRO PREFERIDO? OU QUAIS SÃO?
Eu tenho muitos...
Obras de Tolkien
Obras de George Orwell
Trilogia Sevenwaters, de Juliet Marillier
Harry Potter, de J. K. Rowling
O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos
Esteiros, de Soeiro Pereira Gomes
Jonathan Strange e o Sr. Norrell, de Susanna Clarke
Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Os 5 Moklins, de Bruno Matos,
Obras de Júlio Verne
Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis
O Primo Basílio, de Eça de Queirós
Obras de Almeida Garrett
O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry
Eu sei, são muitos... Mas eu gosto mesmo assim, não tenho um livro em específico... =$
Espero que comentem rápido, pois só depois de ver todos os vossos livros é que posso postar a minha opinião sobre o primeiro volume dos Pilares da Terra ;)
No Dia Internacional da Terra...
Hoje (22 de Abril), é o Dia Internacional da Terra!
Não tenho muita coisa para dizer sobre isso... Estou à espera de amanhã, o Dia Mundial do Livro!
Mas, para que este dia fique marcado, decidi (e enquanto que estou quase a acabar a minha leitura!) deixar as minhas compras...



Comprei-os numa pequena Feira do Livro da escola primária. Não havia lá grandes livros (ou aqueles que queria!), mas por sorte encontrei estes e... Como estavam na lista, até fiquei feliz pelas compras! =)
Não tenho muita coisa para dizer sobre isso... Estou à espera de amanhã, o Dia Mundial do Livro!
Mas, para que este dia fique marcado, decidi (e enquanto que estou quase a acabar a minha leitura!) deixar as minhas compras...



Comprei-os numa pequena Feira do Livro da escola primária. Não havia lá grandes livros (ou aqueles que queria!), mas por sorte encontrei estes e... Como estavam na lista, até fiquei feliz pelas compras! =)
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